📜 ASF História

As mulheres que abriram o caminho nas ondas

Séc. XVIII

🏝️ Polinésia

O surf nasce no Pacífico — mulheres havaianas já surfavam em igualdade com os homens. Quer saber mais? Responda o Quiz do Dia!

1958

🏆 Marge Calhoun

A americana vence o Makaha International, no Havaí — um dos primeiros grandes títulos do surf feminino competitivo, numa época em que as mulheres mal tinham espaço nas competições.

1960–70

🌊 Pioneiras

Margo Oberg torna-se a primeira campeã mundial da era profissional (1977) e abre caminho para a profissionalização do surf feminino.

1980–90

🇧🇷 Brasil entra no mapa

Andrea Lopes e a geração que colocou o surf feminino brasileiro no circuito.

1994–97

🌟 Lisa Andersen

A americana conquista 4 títulos mundiais consecutivos e mostra que o surf feminino podia ser técnico, poderoso e competitivo.

1998–2006

🇦🇺 Layne Beachley

A australiana domina a era com 7 títulos mundiais — 6 deles seguidos (1998–2003), um recorde na época.

2007–22

👑 Stephanie Gilmore

Vence o título mundial logo no ano de estreia (2007) e acumula 8 títulos — a maior campeã da história do surf feminino. No Brasil, Silvana Lima é vice-campeã mundial em 2008 e 2009, pioneira das manobras aéreas.

2014–hoje

🏆 Era de ouro

Maya Gabeira surfa a maior onda já registrada por uma mulher — 22,4 m em Nazaré (2020, recorde Guinness) — e Tatiana Weston-Webb firma o Brasil no topo do circuito mundial.

2019

⚖️ Premiação igualitária

A WSL anuncia prêmios em dinheiro iguais para homens e mulheres em todos os eventos — marco histórico da igualdade no esporte.

2021

🥇 Estreia olímpica

O surf entra nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Carissa Moore (Havaí) conquista o primeiro ouro olímpico da história do surf feminino.

Hoje

💜 ASF

A Associação de Surf Feminino escreve o próximo capítulo — e você faz parte dele. Conheça a Comunidade ASF.